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CLASH SE REFERE AO “SOMETHING BEAUTIFUL” COMO ÁLBUM FASCINANTE E FALHO

  • Foto do escritor: admin
    admin
  • 6 de jun.
  • 2 min de leitura

O Clash deu a "Something Beautiful" uma nota 6/10 (60), chamando-a de "fascinante" e "falho". Confira a tradução da resenha na íntegra (apesar de chamarem atenção com o título, eles elogiaram bastante o álbum):


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Miley Cyrus – Something Beautiful

Uma declaração pop fascinante, ainda que falha...


Se a carreira de Miley Cyrus ensinou alguma coisa aos fãs, é esperar o inesperado. Igualmente à vontade em um super sucesso pop e em uma viagem de ácido com Flaming Lips, ela emergiu como uma rebelde cultural, alguém que busca desafiar a si mesma – e ao seu público – a todo momento. "Something Beautiful" se distancia do pop carnal que adornou o lançamento de 2023, "Endless Summer Vacation", optando por um banquete delicadamente elaborado de melodiosidade. Embora as complexidades às vezes levem a caminhos de mão única, os picos – e a intenção – tornam a audição fascinante.


Produzido por Miley em parceria com Shawn Everett, este projeto de 13 faixas é repleto de ideias. Abrindo com "Prelude" – uma amostra vívida de trilha sonora distópica de ficção científica –, ele conduz a um banquete conceitual que, embora estilisticamente interessante, não se une completamente. A faixa-título, "Something Beautiful", começa como uma linda balada em câmera lenta antes de explodir em distorção digital crocante; "More To Lose" é um hino de gravidade zero, sustentado pela certeza da intenção de Miley.


Há momentos, porém, em que as ideias parecem tomar conta das músicas. Dois interlúdios interrompem o fluxo do álbum, enquanto algo como "Easy Lover" poderia facilmente se encaixar – com um arranjo modificado – na brilhante declaração pop de "Plastic Hearts", a filosofia luminosa de "Pretend You're God" é um caso à parte, um passo além do que os fãs podem conhecer.


Que é, talvez, o ponto principal. "Something Beautiful" dá a aparência de um universo autocontido, um ponto reforçado pelo álbum visual completo que o acompanha. Por mais envolvente e pop que uma música como "Walk Of Fame" ou "Reborn" possa ser, o disco também tem espaço para a transgressão lúcida e psicotrópica de "Golden Burning Sun". Há uma sensação de que "Something Beautiful" busca uma unidade que não se aglutina completamente, ao mesmo tempo em que carece de alguns dos pontos altos do trabalho mais comercial de Miley. Um trabalho único e fascinante, potencialmente; "Something Beautiful" adiciona outra camada à história de Miley Cyrus.


Via: CLASH

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