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RIFF MAGAZINE ELOGIA SOMETHING BEAUTIFUL: “MILEY ENCONTRA ALGO LINDO EM UM LP AMBICIOSO”

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    admin
  • 30 de jun.
  • 3 min de leitura

Apesar de nao contar para a média do Metacritic, o termômetro dos lançamentos musicais, a revista RIFF fez uma ótima resenha sobre o álbum “Something Beautiful” e atribuiu nota 9/10 ao mesmo! Confira a tradução na íntegra:


“Cyrus completará o ciclo em sua jornada autodescrita. Há uma faixa visual complementar para o álbum. Este último trabalho parece que Cyrus está se descobrindo, encarando desafios sem medo de fracassar.”


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ANÁLISE DO ÁLBUM: Miley Cyrus encontra ‘Something Beautiful’ em um LP ambicioso


Desde o início do nono álbum de Miley Cyrus, Something Beautiful, fica claro que a cantora tem ambições maiores em mente —- A abertura, “Prelude”, não é apenas uma introdução descartável; a abertura orquestral parece cinematográfica, construindo algo maior. A faixa-título é igualmente pesada, abrindo como uma balada repleta de blues antes de se transformar em uma parede de som psicodélico. Grandes sintetizadores, bateria potente e vocais espaciais, está muito além do que normalmente é oferecido ao mundo pop. Enquanto isso, "End of the World" traz de volta os hinos antigos que Cyrus tanto apreciava.


Something Beautiful é mais um álbum conceitual do que qualquer coisa na discografia de Cyrus. Pense em The Wall, mas faça dele um disco pop. "More to Lose" completa o espectro, com um som mais roots, exibindo uma textura diferente da voz de Cyrus. Os últimos álbuns da cantora se concentraram em um som que remete a artistas de eras passadas. Desta vez, parece que Cyrus encontra algo novo no processo. "Easy Lover" é um funky pop divino, uma homenagem ao Fleetwood Mac e uma faixa instantaneamente cativante e divertida. —- Assim como a introdução, também há algumas faixas de interlúdio que mantêm as coisas fluindo sem parecerem preenchimento.


"Golden Burning Sun" é um dos destaques, uma balada lenta e de andamento médio que se desenvolve ao longo de quase cinco minutos. Os vocais de Cyrus são roucos e fortes, cravando seu som característico. A música tem espaço para subir e descer sem ser apressada como a maioria das músicas pop do momento. "Walk of Fame" é inesperada e soa moderna. Com a poderosa vocalista Brittany Howard, do Alabama Shakes, é dance pop com rock misturado (não dance rock!). — Algumas músicas são mais difíceis de definir, como "Pretend You're God", que experimenta sons dos anos 90. Cyrus se arrisca, experimentando sons que podem não ser sucessos garantidos. — Em "Every Girl You've Ever Loved", há uma aparição surpresa da supermodelo Naomi Campbell. É uma das poucas aqui destinadas à pista de dança, com um ritmo pulsante definido e ataque de sintetizadores. Liricamente, Cyrus é vulnerável, apesar do som mais animado.


"Não sou bonita o suficiente para mais do que diversão no escuro?/ Procurando a única/ Mas uma nunca é o suficiente/ Eu sou todas as garotas que você já amou", ela canta.


"Reborn" se baseia no art pop, com Cyrus experimentando vocais em diferentes camadas. Com uma personalidade diferente do restante do disco, adiciona uma mudança de ritmo. A faixa de encerramento, "Give Me Love", é uma espécie de antítese da faixa-título; imersa em ambição, canalizada por diferentes sonoridades, inclinando-se mais para uma vibe folk com uma estrutura orquestral. —- Cyrus completará o ciclo em sua jornada autodescrita. Há uma faixa visual complementar para o álbum. Este último trabalho parece Cyrus se descobrindo, assumindo desafios sem medo de falhar.


Via: RIFF Magazine

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